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Ladrão "rouba" a cena no sexto dia do Inverno Cultural

"Uma bagunça organizada" foi como os músicos da banda Ladrão definiram sua arte. Na noite de quinta-feira, o grupo subiu ao Palco do Inverno, trazendo uma fusão de diferentes ritmos: rock, capoeira, música popular brasileira, reggae, eletrônica e outros estilos. A arte de "Ladrão" é feita por Daniel Vitarelli, nos vocais e bateria, pelo guitarrista Farrah e pelo baixista Formigão, da banda Planet Hemp.

A banda, formada em Juiz de Fora e "radicada" no Rio de Janeiro, cantou as músicas de seu último trabalho, denominando "Demo Cracia". A banda usou o show para levantar suas bandeiras, instigando o público a refletir: "Se a gente pensar a gente domina o mundo", gritou Daniel do fundo do palco. Além disso, o show contou com a participação do artista solo Xandão.

Mesmo sendo uma banda acostumada a circuitos mais alternativos, os integrantes da Ladrão consideraram que o público foi muito aberto ao trabalho apresentado e apreciaram a oportunidade de tocar em um show gratuito: "A gente tem um som mais pesado, mas a receptividade foi ótima", comemoram. Maria Isabel Pimenta, estudante da UFSJ em Divinópolis, contou que se apegou ao trabalho da banda mesmo não a conhecendo anteriormente: "Eu gostei do show e considero que essas ações [como o IC] unem os campi universitários, mesmo os mais afastados".

Mensagem

Para os músicos, mais importante que a fusão de ritmos proposta pela banda é a mensagem. A música é uma linguagem universal, que a Ladrão busca comunicar principalmente por meio do rock, de acordo com Vitarelli. "A gente passa essa mistura de ritmos pelo rock, sempre prezando letras e falando sobre o que acontece politicamente tanto no Brasil quanto no mundo", completou.

 

Texto: Rafael Martins

Edição: Suelen Moura

Revisão: Joana Fhiladelfio

Foto: Thais Andressa


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