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Após nove dias de Inverno Cultural, as bandas Saguaros e Tuatha de Danann encerraram, na noite de domingo, 28, o festival. Um encerramento de peso reservado para o Palco Inverno, já que as ambas flertam com o heavy metal - e, no caso da Tuatha, também com a música celta.

No pátio do Fortim dos Emboabas, em uma ensolarada manhã de domingo, a contação de histórias A Encantadora Odara Dandara animou o dia das crianças e pais ali presentes. A professora e contadora de histórias Vanda Ferreira trouxe contos africanos e afro-brasileiros narrados através da personagem por ela interpretada, Odara Dandara.

Um a um, os instrumentos começam a soar as primeiras notas. Assim começa a roda de samba. E então Aline Calixto pede licença, enquanto caminha graciosamente em direção ao centro do palco, sorrindo, radiante, e carregando em seu ventre um bebê com sete meses de gestação. A cantora se ajeita em um banco e de lá comanda a festa, entrando em sintonia instantânea com o público que compareceu ao pátio do campus Santo Antônio, no penúltimo dia do Inverno Cultural.

Na noite de sábado, 27, o conjunto Emsemble Ars Plena apresentou o concerto “A influência italiana na música do Brasil e da Europa” na Capela da Santa Casa, às 20h30. No oitavo dia de Inverno Cultural, o público pode se deliciar com as performances do violinista Roger Ribeiro e do cravista Eduardo Antonello.

"Uma bagunça organizada" foi como os músicos da banda Ladrão definiram sua arte. Na noite de quinta-feira, o grupo subiu ao Palco do Inverno, trazendo uma fusão de diferentes ritmos: rock, capoeira, música popular brasileira, reggae, eletrônica e outros estilos. A arte de "Ladrão" é feita por Daniel Vitarelli, nos vocais e bateria, pelo guitarrista Farrah e pelo baixista Formigão, da banda Planet Hemp.

Na tarde do sábado, dia 27 de julho, dona Vicentina Neves recebeu o público do 31º Inverno Cultural, no Fortim dos Emboabas, para uma contação de histórias sobre o Grupo de Inculturação Afrodescendente Raízes da Terra. “Para todo mundo entrosar nosso axé” foi o convite feito ao público que compareceu à roda de Maracatu.

Fechando as atrações da Sala Preta no 31° Inverno Cultural UFSJ, o coletivo belo-horizontino Pigmalião Escultura que Mexe apresentou o espetáculo O Quadro de Todos Juntos. A peça, voltada para o público adulto, mescla o teatro de bonecos com os atores em cena e se inspira na loucura para falar de estereótipos e complexos familiares.

O Grupo Brasileirinhos ofereceu ao Inverno Cultural lições de música tanto em sala de aula quanto no palco do Conservatório Estadual de Música Padre José Maria Xavier. No dia 27 de julho, o grupo, formado em Varginha, ministrou duas oficinas ensinando particularidades do ritmo “choro” e terminou sua passagem por São João del-Rei no palco, tocando grandes clássicos de Chiquinha Gonzaga, Pixinguinha e Waldir Azevedo.

Neste Inverno Cultural, o coletivo Sinherê apresentou o musical A gente canta Zumbi… e outras histórias, com o objetivo de narrar a construção, ascensão e queda de Palmares. O Quilombo do Palmares é um símbolo histórico para o Brasil e especialmente para a população afro-brasileira por representar a luta por liberdade, contra a estrutura escravagista e o racismo.

 

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