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O quinto dia do Inverno Cultural trouxe muita música brasileira para o palco do Conservatório Estadual de Música Padre José Maria Xavier, na noite de quarta (24). O duo Alexandre Andrés (violão, flauta e vocais) e Rafael Martini (piano, teclado, eletrônicos e voz) lançou o álbum “Haru”, com canções e temas autorais.

Jay Vaquer, conhecido por hits como "Cotidiano de um casal feliz", sobe ao Palco Inverno neste 26 de julho. Além de canções que embalam o rock nacional desde o início dos anos 2000, o cantor apresenta, também, seu álbum mais novo, "Ecos do acaso e casos de caos", indicado ao Grammy Latino. A sexta-feira reserva, ainda, teatro do Grupo Armatrux, poesia e, claro, programação infantil.

A rapper são-joanense Mari P abre a noite de shows de quinta-feira, dia 25, do 31º Inverno Cultural. A moradora do bairro Senhor dos Montes vai apresentar, a partir das 21 horas, no Palco Inverno, o show “RESISTA!”, com músicas autorais sobre suas vivências como mulher, negra e periférica. Integrante do Movimento Hip Hop, Mari P aborda questões sobre empoderamento feminino, luta negra e resistência periférica em suas letras.

“A arte surge na verdade do diálogo”. A frase do oficineiro Diogo Santos Bessa deu início ao bate-papo com os participantes da oficina Poética da Ilustração, na última quarta-feira, 24. Ao lado do professor Hugo Bernabé, Diogo coordena a oficina, cujo objetivo principal é fazer com que os alunos usem a ilustração como meio de contar uma narrativa visual.

Os filtros dos sonhos decoravam a sala do Campus Santo Antônio. Os painéis coloridos e o tatame verde-água aguardavam para receber as crianças na tarde da terça-feira, 23. Sem demora, elas foram chegando e enchendo o espaço de vida, muita criatividade e uma disposição sem fim. O relógio já marcava 16 horas e o público, de todas as idades, esperava ansioso a chegada de Jéssica Tamietti, que daria vida para a contação de histórias Sereias, evento da programação do 31º Inverno Cultural.

A programação de quinta-feira do 31° Inverno Cultural UFSJ retoma os shows do Palco Inverno. A noite é dedicada ao hip hop, com a banda Ladrão e a MC Mari P. A música também toma conta do Conservatório Estadual, com o Duo Aduar. O dia também é de teatro, com três espetáculos ocupando São João del-Rei, do centro ao bairro Colônia do Bengo. E dia da criançada, que terá mais uma tarde de vivências e contação de histórias.

Na sexta-feira, 26, o 31º Inverno Cultural entra no ritmo do rock. O cantor, compositor e ator carioca Jay Vaquer chega a São João del-Rei para o show que integra a turnê nacional “Tourbilhão Voraz”. O artista se apresenta no Palco Inverno, no Campus Santo Antônio, a partir das 22 horas.

Na tarde desta terça-feira, 23, no quarto dia de Inverno Cultural, crianças de várias idades aprenderam conceitos e técnicas de fotografia e praticaram, usando câmeras profissionais para capturar nuances da cidade. A oficina Fotografia Urbana: processos criativos, ministrada pela fotógrafa e futura jornalista Thais Andressa, trouxe teoria e prática em equilíbrio para os participantes.

A mesa posta na Sociedade de Concertos Sinfônicos e o cheiro de café que preenchia a sala e convidava a mais uma experiência já davam a tônica do que seria a Vivência Literária Como meu pão, digo meu poema. A receita proposta pela culinarista e performer-ativista Raquel Blaque e pelo poeta, dramaturgo e performer Marcus Groza para o fim de tarde da segunda-feira, 22 de julho, era alimentar o corpo com belos quitutes e a alma com saborosos poemas.

“Eles sinalizam a essência do que é o Inverno Cultural”, assim o Pró-Reitor de Extensão, Ivan Vasconcelos, apresentou, na noite de terça, 23, o Coletivo Helleborus – até que se prove o contrário. No palco, pela primeira vez, textos de Ana Clara Santelli, Brenda Resende, Jessika Pd, Kelvin Matheus, Lídia Oliveira, Samara Nonada, Thales M., Vinícius Mahier, os oito melancólicos poetas que se uniram para a construção do Noite Mal Dita e sua veia satírica.

Prata da casa, a Confraria Teatro Pau Dramático trouxe para a mesma sala na qual já assistiram muitas aulas a peça Cartas pra ninguém. Nesta última terça-feira, 23, a Sala Preta recebeu os alunos e ex-alunos de Teatro da UFSJ, que trouxeram para o palco um pouco do que é o bastidor de um grupo teatral, buscando a própria identidade em meio à construção de um espetáculo.

Por um instante, pense nos cabelos. Pense em como expressar a subjetividade por meio de um certo corte, penteado ou pela própria textura dos fios. Assim como as roupas vestidas e a forma como se fala, os cabelos são também uma linguagem que transmite signos diversos. Mesmo que nem sempre se perceba. No caso da população afro-brasileira, os cabelos podem significar ainda mais que isso. Pense em ancestralidade e também em resistência política.


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