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A quarta-feira, 25, foi dia de contação de histórias infantis no Inverno Cultural. O espetáculo Foi coisa de Saci instigou a imaginação e a memória afetiva de pais e filhos no Solar da Baronesa. Os contos sobre a ilustre figura do folclore resgatam a tradição oral, ao mesmo tempo em que transmitem para as crianças elementos da cultura popular.

Os tambores do congado e do jongo se uniram nessa terça-feira, 24, para lutar por políticas públicas de incentivo e preservação da cultura popular na conferência Vozes da Comunidade e a Cultura Popular na Cidade, um dos eventos do 30º Inverno Cultural UFSJ. A programação do festival ainda abre espaço para o congado durante o Cortejo de Encerramento, no domingo, 29, às 16h, saindo do Largo do Rosário.

Sentado em uma banqueta de pianista, de costas para a plateia, Ian Guest desliza seus braços e dedos pelo ar, regendo o quinteto de músicos que o acompanham. O recital Aventuras de Lápis e Borracha: Música Popular Camerística leva o público a velejar pelo vasto oceano da obra do mestre, desbravado a cada uma das 15 canções que compõem o repertório.

A quarta noite de Inverno Cultural teve espaço para o jazz e o samba-jazz, com Celso Moreira e banda. O Conservatório Estadual de Música Padre José Maria Xavier foi o local propício para esse tipo de apresentação, que atraiu um bom número de fãs do guitarrista e entusiastas de jazz em geral.

Anunciando a chegada do último fim de semana do 30° Inverno Cultural, a programação do festival retorna ao palco do Matosinhos com rock (Devise) e música brasileira (À Rita) influenciada também por ritmos latinos e africanos. Nos campi da UFSJ, a música regional dá o tom no Campus Santo Antônio (Ludianjo) e o teatro (Espectador em cena), no Ctan.

Entre copos, versos e amigos. Foi assim que o sarau Poesia com Cachaça tomou conta do Barteliê na última segunda-feira, 23, pelo 30º Inverno Cultural UFSJ. Localizado, como uma grata coincidência, na rua que leva a mesma bebida no nome, o ponto boêmio abriu as portas para uma jornada poética.

Relembrar as histórias que nossos avós nos contavam é uma maneira de manter viva a cultura da oralidade e de resgatar nossa própria ancestralidade. É com esse intuito que Marcelino Ramos trouxe causos, cordéis e poesias populares para o Centro Cultural na noite de terça-feira, 24, para o Inverno Cultural.

A noite fria de segunda-feira, 23, e a distância que separa o centro de São João del-Rei do Campus Tancredo Neves não espantou o público. Aos poucos, a Sala Preta foi se enchendo de olhares curiosos para um cenário diferente. O tapete preto no chão recebeu linhas amarelas, remetendo a uma estrada. A iluminação restringia o campo de visão. Disparada por uma sirene, a luz vermelha contornava a silhueta de dois personagens. Era a Maratona de Nova York começando.

O sexto dia de Inverno Cultural tem teatro, concerto, poesia, conferência e, claro, atividades infantis. O Palindrum, em seu show, apresenta o instrumento hang drum. O Ctan recebe os espetáculos Causos Enredados, Morada e a conferência Figurinos em Ação. Para fechar a quinta-feira, uma noite com muita poesia no (Des)encontro (des)marcado

O Campus Tancredo Neves (Ctan) foi cenário, no dia 24, da montagem de O Jardim das Cerejeiras, de Anton Tchekhov. Apresentada por alunos do curso de Teatro da UFSJ, a peça em quatro atos explorou a Sala Preta e a parte externa do Campus. O enredo aborda relações familiares sob a realidade político-social na Rússia do começo do século XX.

Levar os participantes a experienciar a cultura afro-brasileira: essa foi a proposta da oficina Quem Tem Medo de Preto, ministrada pelo aluno do curso de Teatro Zilvan Lima, entre os dias 24 e 25 de julho como parte da programação do 30º Inverno Cultural UFSJ. Entre as atividades, os jogos de sensibilização e, claro, conversa sobre o tema.

A programação infantil do 30º Inverno Cultural UFSJ traz para as crianças atividades lúdicas, que auxiliam a descoberta do mundo ao redor e a percepção de si mesmo e da relação com os outros. Entre as opções de afazeres estão o manuseio de argila e sucata, a criação de vídeos e o resgate de brincadeiras tradicionais.


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